terça-feira, 17 de janeiro de 2012

TRAIÇÃO OU LIBERTAÇÃO?

TRAIÇÃO OU LIBERTAÇÃO?

O QUÊ E O QUANTO SUPORTA UMA MULHER ATÉ CHEGAR AO PONTO DE TRAIR SEU PARCEIRO

Com base em depoimentos informais colhidos de cinco mulheres casadas, as quais se propuseram a oferecerem suas verdades sob compromisso de manterem-se no anonimato.
Das cinco mulheres que forneceram seus depoimentos, duas são completamente realizadas. Tem suas vidas nos campos social, profissional e sexual saudáveis. Trabalham com prazer, saem frequentemente aos finais de semana, e na cama, dizem elas: se melhorar estraga.
Quanto às outras três, duas dizem-se um pouco desconfortável, às vezes bate alguma depressão, às vezes muita insegurança e falta de ideais.
Relatam que seus parceiros costumam sair muito sozinhos. Raramente as convidam para ambientes sociais, deixando-as costumeiramente em casa, cuidando dos filhos zelando do ambiente. As duas não trabalham fora. Porém nenhuma delas pensou sobre a dissolvição da união conjugal. Pelos menos, dizendo elas, até aquele momento.
Quanto à terceira. Esta sim. Está com muita dificuldade no seu dia-a-dia.
Diz saber de traição por parte do seu parceiro. Não que se importe muito com isto. O fato é que, diz ela: perdeu a graça. Não encontra mais nenhum sentido no relacionamento com o parceiro. Se sente extremamente desconfortável quando é procurada pelo seu cônjuje, chegando a ter néuseas. Já pensou muito a respeito, chegou a conclusão de que não está sofrendo de disfunção sexual, frigidez ou coisa parecida, pois frequentemente sonha fazendo amor com outros homens, inclusive chegou a praticar fantasias durante os atos sexuais com seu parceiro.
Todas têm situações financeiras um tanto equivalentes, não vindo daí portanto suas condições diferenciadas no relacionamento amoroso.
Todas nasceram e permaneceram na religião católica. Portanto supõe-se que também não vem daí sua particularidades no trato com a vida amorosa.
Então como explicar-se-ia tanta diferença entre pessoas tão semelhantes? Os parceiros. Isto. Só existe esta explicação para tanta discordância.
É, pode ser que tenha a ver esta explicação. Porém as coisas não são tão simples assim de se explicarem quando envolvem o ser humano e o relacionamento entre eles. De uma forma geral a sociedade ainda impõe muita coisa que não condiz com a natureza do ser humano. Muitos conceitos e comportamentos são impostos sem levar em consideração particularidades da realidade de cada um.
Portanto, finalmente ninguém poderá condenar esta última entrevistada, se ela de repente abandonar sua casa, seu parceiro e sua vida atual. Como dizem: Que atirem a primeira pedra…!

ANDREIA CAETANO  
PIUMHI /MINAS GERAIS/BRASIL

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